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Destaques

O Jazz suave e terno

  Há um Jazz, Suave e terno, Fazendo as honras. Encantando a alma E preenchendo a sala Silenciosa. Há um encanto Em estar num canto Que a gente Gosta de ficar Acompanhado apenas De nosso silêncio E de uma canção, Que alegra o espírito E faz transbordar  O coração, Enquanto organiza-se  Os pensamentos, Que quase sempre Embaralhados Se encontram. Embalado pela canção, Penso que Viver, Talvez,  Não seja se limitar a busca Incansável da  Inalcançável dádiva  Da vida perfeita Ou então, De um ser sem máculas.  Mas ter o intento Em consolar-se Com o andar Mesmo cambaleante, Sem perder o movimento.

Viver de lembranças



Lembrar,

Tornou-se

Sua única opção,

Desde o dia

Que ela partira,

Deixando-o

Só com as memórias 

Que, já foram mais felizes.


Não há mais

Como adentrar

Seu coração

E, com seu amor 

Continuar 

Ali, fazendo moradia.

Amor que 

Se tornou ultrapassado,

Pelo que tudo indica.


Trocara a fechadura

De seu peito.

As chaves antigas

Já não tem mais serventia.

Trancados estão 

Os compartimentos 

Onde antes,

Emoções surgiam,

Sentimentos advinham. 


A subliminar mensagem

Ali se vê.

As portas e janelas fechadas

De seu nobre coração,

Que um dia se viu 

Escancaradas para seu amor

Feliz, diz:

"Não retorne mais!"


É lembrete

Para se contentar

Com as lembranças 

E, depois,

Quem sabe,

Esquece-las de vez!







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