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Destaques

O Jazz suave e terno

  Há um Jazz, Suave e terno, Fazendo as honras. Encantando a alma E preenchendo a sala Silenciosa. Há um encanto Em estar num canto Que a gente Gosta de ficar Acompanhado apenas De nosso silêncio E de uma canção, Que alegra o espírito E faz transbordar  O coração, Enquanto organiza-se  Os pensamentos, Que quase sempre Embaralhados Se encontram. Embalado pela canção, Penso que Viver, Talvez,  Não seja se limitar a busca Incansável da  Inalcançável dádiva  Da vida perfeita Ou então, De um ser sem máculas.  Mas ter o intento Em consolar-se Com o andar Mesmo cambaleante, Sem perder o movimento.

Amanhece


 

Amanhece…


Do alto da colina

A vista é bonita e privilegiada. 

Pensa no amor dela,

Então, suspira aliviado.


Através do olhar da carne

E do espírito

Enxerga, ao lado dela

Um futuro próspero e reto.


Aos seus olhos

O horizonte, vistoso,

Se exibe desinibido

E confiante.

Sabe de seu valor

E de sua beleza.


Junto dos primeiros raios

Do sol, 

Anunciando um novo dia,

Chega em sua mente,

Encantada e serena,

Duas ponderações

Que de início julga

Sem importância,

Ou então, decisiva!

Sem muito esforço

De sua memória

Sabe o resultado

Que se esclarecerá:

Será a vista que torna

O momento mais especial

Ou é a companhia dela

Predominante, tornando

O descortinar da visão mais relevante?


Prefere, com forças,

Acreditar que a presença dela

É o que faz

A vista do mirante e todos os dias

Valerem o viver!






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