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Destaques

O Jazz suave e terno

  Há um Jazz, Suave e terno, Fazendo as honras. Encantando a alma E preenchendo a sala Silenciosa. Há um encanto Em estar num canto Que a gente Gosta de ficar Acompanhado apenas De nosso silêncio E de uma canção, Que alegra o espírito E faz transbordar  O coração, Enquanto organiza-se  Os pensamentos, Que quase sempre Embaralhados Se encontram. Embalado pela canção, Penso que Viver, Talvez,  Não seja se limitar a busca Incansável da  Inalcançável dádiva  Da vida perfeita Ou então, De um ser sem máculas.  Mas ter o intento Em consolar-se Com o andar Mesmo cambaleante, Sem perder o movimento.

Suas maneiras bonitas


 


Sua beleza,

Se iguala

Um jardim 

De muitas flores 

Em toda 

Sua exuberância 

Na estação primaveril.


Sua beleza 

Se expressa

Num linguajar 

Que os olhos

Percebem com atenção

E, se deixam cativar.


Sua beleza 

Deixa a razão atônita!

Mas é o seu jeito

De mulher decidida.

É sua determinação 

Em não se dar 

Por satisfeita, vencida,

Numa ocasião 

Que se vê descabida,

Que me enche

De orgulho de você.

No labutar,

Transforma

O que não tinha forma

Em obra-prima. 

Essa beleza

Em particular

Encanta 

E, deixa-me

Com desejo

De acompanhá-la

De perto

Por onde for.

Pois é bonito

O espetáculo 

Que você dá,

Quando a vejo lutar.

Desvencilha 

Dos percalços 

Com envergadura.

Deixa para trás 

Os obstáculos

E, não perde 

A compostura.


Sei que tem dores.

Sei que tem aflições.

Sei que a vida

Não é mole não!

O mais incrível

É que não é qualquer

Avalanche 

Que se apresenta

É capaz de te derrubar.


Admiro sua beleza!

Confesso, é de estontear.

Mas é sua mania bonita

De encarar a vida

Como ela é

E, não arredar pé,

É que faz-me ser seu fã.





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