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Destaques

O Jazz suave e terno

  Há um Jazz, Suave e terno, Fazendo as honras. Encantando a alma E preenchendo a sala Silenciosa. Há um encanto Em estar num canto Que a gente Gosta de ficar Acompanhado apenas De nosso silêncio E de uma canção, Que alegra o espírito E faz transbordar  O coração, Enquanto organiza-se  Os pensamentos, Que quase sempre Embaralhados Se encontram. Embalado pela canção, Penso que Viver, Talvez,  Não seja se limitar a busca Incansável da  Inalcançável dádiva  Da vida perfeita Ou então, De um ser sem máculas.  Mas ter o intento Em consolar-se Com o andar Mesmo cambaleante, Sem perder o movimento.

Satisfação, em admirá-la






A admiração 

Que ele

Desempenhava

Por ela

Não se limitava

Em idolatrar

Seu lindo

Semblante 

Angelical. 


Também, nutria

Admiração por

Seus lindos

Olhos da cor

De folhas secas,

Que sempre

Pareciam 

Desejar poetar.


Talvez, por verem muito

Teriam bastante

O que expressar.


Mais bonita

Ainda, o falar

Eloquente 

E macio.


Pensava,

Como era linda

Em seu raciocinar.


Simpática 

E amorosa.


Quando incipiente

Uma briga

Para ver 

Quem 

Melhor se saía 

Num diálogo 

Como melhor 

Amar,

Era por ela 

Vencido.


Além da fala,

Sua conduta

Em conjunto 

Das palavras

Provocavam o exemplo.


Feito indiscutível!


Também,

Admirava

Sua paciência

Em explicar,

- Sem parecer

Soberba,

Nem se pondo 

Na condição

Falha em se

Sentir irreprovável,

- Que o amor

Pode significar 

Um vai e vem

De emoções,

Que despertam

Mais emoções,

Que nós mesmo

Parecemos

Despertar

Um ao outro.

Sendo assim,

Devendo ser

Uma troca 

Ininterrupta 

De estímulos,

Para nunca

O amor acabar.


Ainda tinha 

Mais,

Admirava a delicadeza

De seu paciencioso andar.


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