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Destaques

O Jazz suave e terno

  Há um Jazz, Suave e terno, Fazendo as honras. Encantando a alma E preenchendo a sala Silenciosa. Há um encanto Em estar num canto Que a gente Gosta de ficar Acompanhado apenas De nosso silêncio E de uma canção, Que alegra o espírito E faz transbordar  O coração, Enquanto organiza-se  Os pensamentos, Que quase sempre Embaralhados Se encontram. Embalado pela canção, Penso que Viver, Talvez,  Não seja se limitar a busca Incansável da  Inalcançável dádiva  Da vida perfeita Ou então, De um ser sem máculas.  Mas ter o intento Em consolar-se Com o andar Mesmo cambaleante, Sem perder o movimento.

Seu olhar de amor


 

Me olhe nos olhos

E procure não mentir.


Sei que em 

Seu coração,

Tem por mim,

Paixão

De imensidão 

Dos oceanos.


Não estou aqui

Com intenção

De o que não tem

Exigir.


Foi você que evidenciou,

De olhos 

Iluminados e sorriso farto,

Me amar

Em quantidade

Desmedida.


Me apresento

No limiar 

De sua candura.

No alpendre 

De sua benevolência.

Observando sua alma

Alva e pura,

Que me devolve

A atenção.

Acompanhado 

Da verossímil

Missão em 

Manter

Seu amor.


Quero o seu amor

Não com intenção 

Errônea 

Em agradar 

Meu ego 

Insatisfeito. 


Terei prazer

Em transformar

Sua indelével 

Condição em me fazer bem,

Através do seu amor

Bonito e gentil, 

Em reciprocidade.


Digo na condição 

De um ourives,

Que reconhece

Uma joia rara,

O quanto te admiro.

Preciosidade

De valor inestimável. 


Abdico de 

Meu narciso

Teimoso,

Para idolatrar 

Sua feição 

De anjo.


Pois sei que

É, através 

De seu amor

Reverente e autêntico,

Que consigo 

A todo tempo,

A ocasião 

De me apresentar

Perante a vida

De alma leve e coração

São.






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