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Destaques

O Jazz suave e terno

  Há um Jazz, Suave e terno, Fazendo as honras. Encantando a alma E preenchendo a sala Silenciosa. Há um encanto Em estar num canto Que a gente Gosta de ficar Acompanhado apenas De nosso silêncio E de uma canção, Que alegra o espírito E faz transbordar  O coração, Enquanto organiza-se  Os pensamentos, Que quase sempre Embaralhados Se encontram. Embalado pela canção, Penso que Viver, Talvez,  Não seja se limitar a busca Incansável da  Inalcançável dádiva  Da vida perfeita Ou então, De um ser sem máculas.  Mas ter o intento Em consolar-se Com o andar Mesmo cambaleante, Sem perder o movimento.

De onde advém a alegria diária



O que fazia 

Seus dias mais felizes

Era o conceber

Do pensamento,

Alegre e vivo,

De sua amada,

Quando não estavam 

Juntos,

Aconchegada

Em seu regaço,

Onde afagava

Com paciência

Seus lindos cabelos

Ondulados,

Negros e macios.


Ou, então,

Quando era invadido

Por emoções 

Ao lembrar 

Da sensação 

Boa e agradável,

Em sentir

O calor de seus abraços

Confortantes.


Melhor ainda,

Quando sua mente 

Lhe conferia

Memórias

Dela, sorrindo,

Lhe disfarçando

A solidão de momento.

O mesmo sorriso

Que lhe desconcerta

Deixando-o nas alturas,

Repleto de animação 

Quando está em sua

Adorável companhia.


O mesmo sorriso

Bonito e largo,

Lhe propondo

Bem-estar

Lhe concedendo

Vigor.

Lhe convidando 

A vida festejar.


O mais justo pensar

É sobre sua forma sábia 

Em conduzir

E fazer aflorar 

Suas emoções.


Levando-o imaginar,

Em sua ingenuidade,

Sua amada

Sendo deusa.


Caso deusa não for,

Sente-se conformado

Em ter certeza

De ser um anjo

Não alado.

Equipada de todo 

Aparato e saber

Em conduzir bem

O amor entre eles,

Como ninguém. 









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