Pular para o conteúdo principal

Destaques

O Jazz suave e terno

  Há um Jazz, Suave e terno, Fazendo as honras. Encantando a alma E preenchendo a sala Silenciosa. Há um encanto Em estar num canto Que a gente Gosta de ficar Acompanhado apenas De nosso silêncio E de uma canção, Que alegra o espírito E faz transbordar  O coração, Enquanto organiza-se  Os pensamentos, Que quase sempre Embaralhados Se encontram. Embalado pela canção, Penso que Viver, Talvez,  Não seja se limitar a busca Incansável da  Inalcançável dádiva  Da vida perfeita Ou então, De um ser sem máculas.  Mas ter o intento Em consolar-se Com o andar Mesmo cambaleante, Sem perder o movimento.

Dentro da brevidade do tempo


 


Penso que

Apesar do tempo

Ser breve,

Nele cabe 

Tanta coisa.


As lágrimas.

Os ventos fortes,

Precipitando

Tempestades.

Também,

Os sorrisos.

Os abraços

Apertados,

Habilidosos 

No ofício 

Em desfazer

Dores

E angústias.

As pessoas 

Amadas.

O jeito 

Que a gente 

Descobre

Viver 

E ser melhor.


Dentro 

Da brevidade 

Do tempo,

Descobrimos

Que há a magia,

De a cada dia,

Diante dos desafios,

A gente tentar

E se reinventar.


O tempo, 

Apesar de breve,

É nobre e sábio

Por nos mostrar

O quanto podemos 

Aprender 

E melhor se apresentar

Diante a vida

Enquanto é contado,

No badalar do pêndulo,

Nossa existência,

Nos conferindo idade.


Na brevidade do tempo,

Ainda nos encontramos 

Com a experiência

A cada crepúsculo,

Anunciando 

O fim de tarde.

Quando 

O dia se esconde.






Comentários

Postagens mais visitadas