Pular para o conteúdo principal

Destaques

O Jazz suave e terno

  Há um Jazz, Suave e terno, Fazendo as honras. Encantando a alma E preenchendo a sala Silenciosa. Há um encanto Em estar num canto Que a gente Gosta de ficar Acompanhado apenas De nosso silêncio E de uma canção, Que alegra o espírito E faz transbordar  O coração, Enquanto organiza-se  Os pensamentos, Que quase sempre Embaralhados Se encontram. Embalado pela canção, Penso que Viver, Talvez,  Não seja se limitar a busca Incansável da  Inalcançável dádiva  Da vida perfeita Ou então, De um ser sem máculas.  Mas ter o intento Em consolar-se Com o andar Mesmo cambaleante, Sem perder o movimento.

O sublime amor

 

O amor é sublime.

Desejoso sigo em

Vivê-lo intensamente

E, a todo instante,

Desfrutar de seus

Deliciosos frutos.


Não me parece justo,

As ocasiões 

Que do amor

Penso que

Me distancio.


Imagino que

Sem o amor,

Fico vulnerável e fraco,

Pois vejo no amor

Minha melhor

Condição, para viver

Entre meus iguais,

Que dividem comigo

As idas e vindas

De um viver frenético

Em sociedade.


Queria imensamente,

Ter percorrendo meu ser,

O amor sem interrupção.


Mas sei que,

Como um ser humano

Em construção,

Tenho que viver

Estabelecendo lugar

Para outros sentimentos,

E confesso,

Muito deles,

Não me alegram, não!


Mas sigo desejando,

Pelo menos,

Continuar com o amor 

Que acredito possuir.

E dirigido por ele,

Fazer o bem

A quem estiver em volta.


Pois penso que viver sem amor,

É ter uma vida de revolta.

Comentários

Postagens mais visitadas