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Destaques

O Jazz suave e terno

  Há um Jazz, Suave e terno, Fazendo as honras. Encantando a alma E preenchendo a sala Silenciosa. Há um encanto Em estar num canto Que a gente Gosta de ficar Acompanhado apenas De nosso silêncio E de uma canção, Que alegra o espírito E faz transbordar  O coração, Enquanto organiza-se  Os pensamentos, Que quase sempre Embaralhados Se encontram. Embalado pela canção, Penso que Viver, Talvez,  Não seja se limitar a busca Incansável da  Inalcançável dádiva  Da vida perfeita Ou então, De um ser sem máculas.  Mas ter o intento Em consolar-se Com o andar Mesmo cambaleante, Sem perder o movimento.

O amor por Julieta


 


Pensou,
Como era bom,
Ter Julieta
Por perto,
Para juntos,
Sempre
Desfrutar 
Do amor,
Que entre eles
Crescia com regalia.

Amar Julieta
Era para ele
A maior dádiva 
Que alguém poderia
Deter.

Ter amor por Julieta 
Era como
Viver agraciado
De um modo 
Ímpar. 

Ama-lá
Era sua forte 
Inspiração 
Para escrever
Poemas,
Ou então,
Acordar 
Com disposição
Para um novo dia
Viver.

Amar Julieta
Era sua existência.

Sabia disso
Quando,
Ao pensar
Em variadas
Ocasiões,
Em ficar
Desprovido 
De sua companhia,
Se sentia doente. 


Sentia a angústia.
A dor 
Que lhe invadia
O ser
E o entristecia.

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