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Destaques

O Jazz suave e terno

  Há um Jazz, Suave e terno, Fazendo as honras. Encantando a alma E preenchendo a sala Silenciosa. Há um encanto Em estar num canto Que a gente Gosta de ficar Acompanhado apenas De nosso silêncio E de uma canção, Que alegra o espírito E faz transbordar  O coração, Enquanto organiza-se  Os pensamentos, Que quase sempre Embaralhados Se encontram. Embalado pela canção, Penso que Viver, Talvez,  Não seja se limitar a busca Incansável da  Inalcançável dádiva  Da vida perfeita Ou então, De um ser sem máculas.  Mas ter o intento Em consolar-se Com o andar Mesmo cambaleante, Sem perder o movimento.

Naquele tempo


 


A minha geração,

Quando éramos crianças 

Não tinha celular

Ou computador.

Não tinha WhatsApp,

Facebook,

Instagram ou

Internet com navegador. 

A gente saia

Pra rua brincar.


Podia ser

Esconde-esconde.

Quando um escondia

Outro ia achar.


Brincávamos

De queimada 

Ou de pular corda

Com a gurizada.


A minha geração

Não tinha

Google

Como fonte

De pesquisa

Era no dicionário

Pesadão

Ou na barsa

Meu irmão. 


Minha geração

Quando chovia,

Podia escolher

Brincar na chuva

Ou ficar em casa

Assistindo TV.


Minha geração

Conheceu

Para dias pacatos

Entreter,

Os gibis

Da turma da Mônica.

Também, os livros 

Da coleção

Vaga-lume.


Bons tempos

Foram aqueles,

Difíceis de esquecer.

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