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Destaques

O Jazz suave e terno

  Há um Jazz, Suave e terno, Fazendo as honras. Encantando a alma E preenchendo a sala Silenciosa. Há um encanto Em estar num canto Que a gente Gosta de ficar Acompanhado apenas De nosso silêncio E de uma canção, Que alegra o espírito E faz transbordar  O coração, Enquanto organiza-se  Os pensamentos, Que quase sempre Embaralhados Se encontram. Embalado pela canção, Penso que Viver, Talvez,  Não seja se limitar a busca Incansável da  Inalcançável dádiva  Da vida perfeita Ou então, De um ser sem máculas.  Mas ter o intento Em consolar-se Com o andar Mesmo cambaleante, Sem perder o movimento.

Afrodite




Tão inesperada hora foi aquela

Quando ele se deparou com ela.

Formosa no andar, no falar.

Formosa de todo jeito, de apaixonar.


Ali, se viu de coração desperto.

Se expressou num ritmo de uma melodia folk.

Ali, se viu como o cara de maior sorte,

Por estar diante de uma personalidade forte.


Foi ali, diante do que considerou ser afrodite,

Desejou tê-lá em sua vida para viver o amor.

Foi ali, que sentiu ter encontrado o fim do desamor. 


Sentiu o vazio, que existia em seu ser, peenchido.

A solidão, que outrora pertencia aos seus dias,

Bateu em retirada. Em afrodite, encontrou alegria.




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