Pular para o conteúdo principal

Destaques

O Jazz suave e terno

  Há um Jazz, Suave e terno, Fazendo as honras. Encantando a alma E preenchendo a sala Silenciosa. Há um encanto Em estar num canto Que a gente Gosta de ficar Acompanhado apenas De nosso silêncio E de uma canção, Que alegra o espírito E faz transbordar  O coração, Enquanto organiza-se  Os pensamentos, Que quase sempre Embaralhados Se encontram. Embalado pela canção, Penso que Viver, Talvez,  Não seja se limitar a busca Incansável da  Inalcançável dádiva  Da vida perfeita Ou então, De um ser sem máculas.  Mas ter o intento Em consolar-se Com o andar Mesmo cambaleante, Sem perder o movimento.

A fotografia

 



Existiu um desejo

Amplo e urgente,

Presente naquele dia.


Recém conhecidos,

No assento da praça.

Início da relação 

Onde, confidenciava-se

O quanto era bom,

A companhia um do outro.


Ali, existiu a vontade 

De consolidar 

Eterno

Aqueles momentos

Bonitos e carinhosos.


Ali, nasceu a necessidade

Em solicitar

Os serviços do fotógrafo 

Que ali trabalhava.

Sendo responsável pelo

Registro do que fora

Um dos vários

Momentos felizes

E determinantes.


O fotógrafo, também sorria,

Atraído pela energia

Boa que o casal transmitia.


Os sorrisos

Foram o que 

Melhor enfeitaram

E deram vida

E alegria 

Ao retrato

Que agora,

Beatrice,

Observa com atenção

Com uma lágrima

Que escorre ao chão. 


Atrás,

No verso da fotografia.

A data do registro

E uma dedicatória

Dizendo, sobre

O tempo ser breve

E por esse mesmo 

Motivo,

Tê-la amado tanto.

Comentários

Postagens mais visitadas