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Destaques

O Jazz suave e terno

  Há um Jazz, Suave e terno, Fazendo as honras. Encantando a alma E preenchendo a sala Silenciosa. Há um encanto Em estar num canto Que a gente Gosta de ficar Acompanhado apenas De nosso silêncio E de uma canção, Que alegra o espírito E faz transbordar  O coração, Enquanto organiza-se  Os pensamentos, Que quase sempre Embaralhados Se encontram. Embalado pela canção, Penso que Viver, Talvez,  Não seja se limitar a busca Incansável da  Inalcançável dádiva  Da vida perfeita Ou então, De um ser sem máculas.  Mas ter o intento Em consolar-se Com o andar Mesmo cambaleante, Sem perder o movimento.

A desavença

 


A desavença, entre

A razão e o coração,

Era se, da morena linda

De cabelos cacheados,

Amarronzados

De olhar profundo,

Cor de âmbar,

Deixariam de amar.

Seguindo rumo

Ao fim do tempo

De com ela namorar. 


A razão, sempre 

Calculista,

Colocou as cartas na mesa,

Expondo a dor e a angústia

Que vinha o ser sofrendo.


O coração, 

Com sua mania

De tudo acolher para si,

Disse que o sofrimento

Fazia parte 

Do processo de amar. 


Por fim,

Chegaram ao veredito 

Que deveriam seguir

Manejando, da melhor

Forma a relação. 


Pois, chegaram a conclusão

De que, independente

Se o namoro duraria,

Ou não,

O importante seria

A experiência,

Que conseguiriam

Com a vivência.

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