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O Jazz suave e terno

  Há um Jazz, Suave e terno, Fazendo as honras. Encantando a alma E preenchendo a sala Silenciosa. Há um encanto Em estar num canto Que a gente Gosta de ficar Acompanhado apenas De nosso silêncio E de uma canção, Que alegra o espírito E faz transbordar  O coração, Enquanto organiza-se  Os pensamentos, Que quase sempre Embaralhados Se encontram. Embalado pela canção, Penso que Viver, Talvez,  Não seja se limitar a busca Incansável da  Inalcançável dádiva  Da vida perfeita Ou então, De um ser sem máculas.  Mas ter o intento Em consolar-se Com o andar Mesmo cambaleante, Sem perder o movimento.

A ânsia por uma vida melhor


 

Seguir avante,

Não se apegar

Com o passado

Descabido

Que foi ontem.


Apenas o que foi bom,

Pode hoje ou amanhã,

Ter lugar para se copiar.


Lembrar que a vida

Está sempre lá na frente

E no presente,

Onde devemos sempre olhar.

E nessa direção, o caminhar 

Endireitar.


Não guardar mágoas

Ou rancor,

Pois, isso atrasa.

E é obra de pretérito 

Mal resolvido.

Não podemos dar ouvido

Ao chamado 

Que foi desorientado.


O presente,

É uma pérola preciosa.

É nesse tempo

Que esculpimos nossa vida.

Podendo ela resultar

Num lindo anel de diamante,

Ou numa bijuteria barata.


A nós cabe sempre a escolha

Do que será nosso hoje.

E o amanhã,

Parte do reflexo 

Do que hoje se viveu.


Não existe receita

Para uma vida perfeita.

Disso sei.

Mas existem os feitos

Que contribuem para termos

Um amanhã saudável

E promissor.


Acredito ser interessante 

Observarmos com

Interesse

Como viveremos hoje,

Para que amanhã,

Quando olharmos 

Para o espelho pela manhã,

Nos preparando para irmos 

Rumo a mais um dia de luta,

Gostarmos de contemplar

Quem estamos nos tornando.

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