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Destaques

O Jazz suave e terno

  Há um Jazz, Suave e terno, Fazendo as honras. Encantando a alma E preenchendo a sala Silenciosa. Há um encanto Em estar num canto Que a gente Gosta de ficar Acompanhado apenas De nosso silêncio E de uma canção, Que alegra o espírito E faz transbordar  O coração, Enquanto organiza-se  Os pensamentos, Que quase sempre Embaralhados Se encontram. Embalado pela canção, Penso que Viver, Talvez,  Não seja se limitar a busca Incansável da  Inalcançável dádiva  Da vida perfeita Ou então, De um ser sem máculas.  Mas ter o intento Em consolar-se Com o andar Mesmo cambaleante, Sem perder o movimento.

A garota do par de brincos de lua


 

Num determinado dia,

Sem esperar,

Encontrou,

Durante o caminhar,

A mulher 

Que sua vida 

Iria mudar.


Vestida 

Com simplicidade

E elegância 

Um vestido 

Florido.


Cabelos longos,

Escuros, 

Brigando com o vento.


Adornada

Com um colar.

Uma pulseira.

Com brincos

Em formato

De lua 

Minguante.


Portadora

De um coração 

Imenso,

Lhe acolheu

Em sua vida,

Lhe mostrando,

Que apesar 

Dos pesares 

A vida é deliciosa.


"Sempre há uma paisagem

Com lindas flores,

Ali na frente

Depois de um campo deserto."


"Sempre há um dia lindo

Que vem vindo

Logo ali

Depois da tempestade.

Isso é inteiramente verdade!"


Isso tudo, ela disse 

Olhando em seus olhos

Com firmeza.


Com sutileza,

Abraçou-o dizendo:

"Vamos juntos

Festejar a vida!

Quando não for possível

A alegria encontrar,

A gente improvisa!

Façamos música 

Das dificuldades.

Transformemos

Tudo em dança!

O mais importante

É, não parar!"


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